Em 2.000, foi dado inicio a implantação do Híbrido de Pinus eliliondurensis, ou seja, Pinus elliottii Engelm var. elliottii x Pinus caribaea Morelet var. hondurensis Híbrido F2, devidamente registrado no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento.

Esse melhoramento genético, está adaptado ao clima e solo das regiões sul, sudeste e centro-oeste do Brasil.

Os Resultados comparativos com amostras fiéis entre o Híbrido e os P. elliottii e P. taeda (sendo estas as duas espécies predominantes nas regiões sul e sudeste), confirmaram a viabilidade do investimento do Híbrido, devido a alta precocidade desse material, em relação aos outros Pinus.

A Pinus Brasil, afirma com isso, conforme:

Levantamento técnico 01:
Realizado em fevereiro de 2.007, que o Pinus Híbrido foi 181,3% superior em incremento em relação ao P. elliottii e 120,4%, em relação ao P. taeda, ambos com 3 anos e meio de idade.

Levantamento técnico 02: Realizado em fevereiro de 2.007, que o P. Híbrido foi 237,7% superior em incremento em relação ao P. elliottii, ambos com 5 anos de idade.

Vantagens:
Apresenta redução de dez anos em seu ciclo, entre implantação e corte final. A alta precocidade e maior produtividade por hectare, diminuição dos custos operacionais e conseqüentemente retorno mais rápido no seu investimento, fazem do cultivo desse Híbrido, um potencial gerador de recursos e investimentos.